O relacionamento de hoje quando é bom você pode ver: Sentem-se amadurecidos. Amam a possiblidade de cuidar dos filhos. Aliás, alguns deles já eram pais, com filhos entre 1 e 3 anos. Estavam totalmente maravilhados com a perspectiva de ver as crianças crescerem. Estão formando novas famílias sem medo, mas com uma nova mentalidade: Sem ter a obrigação de dar certo.
Então, fica aqui o convite à reflexão. Qual a receita desses casais? Qual a receita da felicidade? O que vai além do amor, do comprometimento, do respeito, do cuidado, da renúncia, da concessão, o que vai além e faz com que relações saudáveis possam perdurar contra tudo que andamos vendo hoje?
Agora que não precisamos mais viver e escolher por conveniência e podemos sim escolher por amor, ou porque você se identifica, gosta de um jeito expoantaneo, o que acontece que, ao longo da relação, deixamos de lado o amor, a escolha, o outro, o que nos fez apaixonar e nos separamos?
Hoje, quero falar do que é possível. É possível fazer uma relação perdurar. É possível apostar no amor — embora isso não seja fácil.
E, como indagado acima, não há receita de bolo, há sim o que serve para um ou outro casal. Há o gostar da companhia, da conversa, daquela bobeira de domingo vendo o Faustão e achar o melhor domingo do mundo.
Prioridades: O respeito, a conversa, o diálogo, o planejamento.
Hoje os que querem dar certo, falam de futuro. Eles falam do que vai ser. Eles falam do que querem e não querem. Do que gostam e não gostam. De como se sentem com relação a determinada atitude do outro ou à sua. Falam de sentimentos, falam com o coração, são mais preocupados em construir do que em abrir mão. Compreendem que o amor se transforma. Que a paixão dá lugar a um querer bem, a uma vontade de permanecer conectado ao outro. Compreendem que há diferentes formas de amar, diferentes daquela propagadas no FELIZES PARA SEMPRE. Sabe a propaganda do comercial de margarina? Pois é.
Compreendem que felicidade se constrói aqui, agora, hoje, nesse momento. Entendem que a vida a dois é construída a dois. Logo, doam-se e recebem na mesma proporção. Percebem que, quando param para discutir a relação, esse é um momento mágico.
Mágico para acertar o que vai ser como vai ser, quando vai ser.
Enfim, essas relações são feitas à base de troca. E, isso faz toda a diferença, quando a questão é gostar expontaneamente.
Eu acredito. E você?

2 comentários:
Às vezes acredito, às vezes não.. às vezes não sei. Tenho sido inconstante em relação a. kkkk Mto tempo que não passo por aqui, vou xeretar tudo pra ver o que andei perdendo. ;*
É mesmo...andou sumida demais. Tá doido.rs
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