Sexta-feira, Dezembro 16, 2011

E Você?


Pode ser muito raro, mas esta semana comecei a perceber que ainda existem relações bacanas.
O relacionamento de hoje quando é bom você pode ver: Sentem-se amadurecidos. Amam a possiblidade de cuidar dos filhos. Aliás, alguns deles já eram pais, com filhos entre 1 e 3 anos. Estavam totalmente maravilhados com a perspectiva de ver as crianças crescerem. Estão formando novas famílias sem medo, mas com uma nova mentalidade: Sem ter a obrigação de dar certo.
Então, fica aqui o convite à reflexão. Qual a receita desses casais? Qual a receita da felicidade? O que vai além do amor, do comprometimento, do respeito, do cuidado, da renúncia, da concessão, o que vai além e faz com que relações saudáveis possam perdurar  contra tudo que andamos vendo hoje?
Agora que não precisamos mais viver e escolher por conveniência e podemos sim escolher por amor, ou porque você se identifica, gosta de um jeito expoantaneo, o que acontece que, ao longo da relação, deixamos de lado o amor, a escolha, o outro, o que nos fez apaixonar e nos separamos?
Hoje, quero falar do que é possível. É possível fazer uma relação perdurar. É possível apostar no amor — embora isso não seja fácil.
E, como indagado acima, não há receita de bolo, há sim o que serve para um ou outro casal. Há o gostar da companhia, da conversa, daquela bobeira de domingo vendo o Faustão e achar o melhor domingo do mundo.
Prioridades:  O respeito, a conversa, o diálogo, o planejamento.
Hoje os que querem dar certo, falam de futuro. Eles falam do que vai ser. Eles falam do que querem e não querem. Do que gostam e não gostam. De como se sentem com relação a determinada atitude do outro ou à sua. Falam de sentimentos, falam com o coração, são mais preocupados em construir do que em abrir mão. Compreendem que o amor se transforma. Que a paixão dá lugar a um querer bem, a uma vontade de permanecer conectado ao outro. Compreendem que há diferentes formas de amar, diferentes daquela propagadas no FELIZES PARA SEMPRE. Sabe a propaganda do comercial de margarina? Pois é.
Compreendem que felicidade se constrói aqui, agora, hoje, nesse momento. Entendem que a vida a dois é construída a dois. Logo, doam-se e recebem na mesma proporção. Percebem que, quando param para discutir a relação, esse é um momento mágico.
Mágico para acertar o que vai ser como vai ser, quando vai ser.
Enfim, essas relações são feitas à base de troca. E, isso faz toda a diferença, quando a questão é gostar expontaneamente.

Eu acredito. E você?

2 comentários:

Sonia Braz disse...

Às vezes acredito, às vezes não.. às vezes não sei. Tenho sido inconstante em relação a. kkkk Mto tempo que não passo por aqui, vou xeretar tudo pra ver o que andei perdendo. ;*

Vivi disse...

É mesmo...andou sumida demais. Tá doido.rs

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